"O MAIOR INIMIGO DA CRIATIVIDADE É O BOM-SENSO" Picasso. Sem pretensões, que não sejam as de mostrar;
Peças originais, Fotógrafos geniais, Artes antigas e actuais. Também fico esperando a sua visita nos novos Blogs http://comoze2.blogspot.com/.......http://comoze3.blogspot.com/
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Não sejas injusta!
tens de perceber que existem pessoas pequeninas a quem só lhes interessa o seu reflexo, que estão convencidas que afinal o mundo nasceu só para eles e não eles para o mundo, pensam ainda que o sol só brilha para eles em regime de exclusividade, não se importa que não brilhe para mais ninguém, contam com a sua esperteza de rato oportunista, acham que por não fazeres os mesmos esquemas não os topas e tu finges que não percebes, passas á frente.
Essas pessoas acham maravilhoso o som da sua própria voz, tem um prazer perverso em exigir dos outros o que nunca fizeram, nunca são generosos, são interesseiros, nunca são solidários, são caridosos, nunca são alegres, são exuberantes, congratulam-se com as desgraças alheias, chafurdam nelas, mesmo, não tentam informar-se ou aprender, tentam apenas safar-se, por isso não dizes nada, segues o teu caminho, sabes que há sons muito mais belos que a tua voz, sabes que nunca podes ser inteiramente feliz enquanto existir sofrimento avulso em teu redor, sabes que sol brilhava antes de chegares ao mundo e mundo já girava em seu torno, assim continuará depois, sabes que o teu reflexo é efémero, sabes que quando te dás recebes, só essa partilha conta, que por cada coisa que aprendes há milhões que ainda não sabes.
Por isso, segue em frente, sorri, finge que não viste, não sejas injusta.
in http://anacamarra.blogspot.pt
quinta-feira, 12 de julho de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
...LINDO !!...
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Terapia do Elogio
TERAPIA DO ELOGIO
Arthur Nogueira (Psicólogo)
Terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram numa recente pesquisa que os membros das famílias estão cada vez mais frios, mais distantes, o carinho é cada vez menos, não se valorizam as qualidades, e facilmente se ouvem críticas.
As pessoas estão cada vez mais intolerantes e desgastam-se na valorização dos defeitos dos outros. Por isso, as relações de hoje não duram.
A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias.
Não vemos mais os homens a elogiar as suas mulheres ou vice-versa, não vemos os chefes a elogiar o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos a elogiar-se; etc. Só vemos futilidades: valorizam-se artistas, cantores, jogadores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por consequência, são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto, das aparências.
A ausência de elogio afecta muito as pessoas e as famílias. Há falta de diálogo nos lares.
O orgulho e a agitação da vida impede que as pessoas digam o que sentem.
Depois despejam-se essas carências nos consultórios.
Acabam-se casamentos, alguns procurando noutra pessoa o que não conseguem dentro de casa.
Vamos começar a valorizar as nossas famílias, os nossos amigos, alunos ou subordinados.
Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza do parceiro ou parceira, o comportamento de nossos filhos.
O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho fica feliz por ser louvado, o pai e a boa mãe sentem-se bem ao serem amados e amparados.
O amigo quer sentir-se querido.
Vivemos numa sociedade em que cada um precisa do outro; é impossível uma pessoa viver sozinha e sentir-se feliz.
Os elogios são forte motivação na vida de cada um.
Quantas pessoas posso fazer hoje feliz elogiando-as de alguma forma?
Começa agora! És uma pessoa maravilhosa! Desejo-te um excelente e feliz dia!
Gentileza do amigo José Manuel S.
quinta-feira, 12 de abril de 2012

Um Dia Isto Tinha Que Acontecer
por Mia Couto
Existe mais do que uma! Certamente!

Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência.
E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 197
4, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1.º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse.
Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo.
E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais
mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não".É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou.
Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum.
Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso.

Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamen
te sobre o desespero alheio.Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja! que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?"
MIA COUTO
Gentileza da amiga Julieta R.
JJ edição fotos
quinta-feira, 22 de março de 2012
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Os europeus correm contra o muroEntrevista de um professor chinês de economia, sobre a Europa, o Prof. Kuing Yamang, que viveu em França:
1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros.
Mas , ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos de miúdos...
2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.
3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.
4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.
5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.
6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um.
Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.
7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!
8. Dentro de uma ou duas gerações 'nós' (os chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacas de arroz...
9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...
10. Vão (os europeus) direitos a um muro e a alta velocidade...
* Muita verdade neste texto, mas a China também tem muitos telhados de vidro, e a brutal proliferação do comércio chinês por todo o mundo, esmagadoramente com muito má qualidade, embora baratos, pode ser que um dia se vire contra eles próprios!!
JJ
Gentileza do amigo Carlos P.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
D. Januário Torgal Ferreira
terça-feira, 18 de outubro de 2011

Ela: Se eu ficar feia?
Ela: Se eu... ficar triste?
Ele: Eu viro um palhaço.
Ela: Se eu ficar gorda?
Ele: Eu quebro o espelho.
Ela: Se eu ficar velha?
Ele: Eu fico velho junto.
Ela: Se eu ficar rouca?
Ele: Eu fico surdo.
Ela: Se eu ficar chata?
Ele: Eu te faço cócegas.
"O importante na vida é ter com quem contar!"
Gentileza do amigo José Costa
domingo, 16 de outubro de 2011

Deixa em cima desta mesa a foto que eu gostava
Pr’eu pensar que o teu sorriso envelheceu comigo
Deixa eu ter a tua mão mais uma vez na minha
Pra que eu fotografe assim meu verdadeiro abrigo
Deixa a luz do quarto acesa a porta entreaberta
O lençol amarrotado mesmo que vazio
Deixa a toalha na mesa e a comida pronta
Só na minha voz não mexa eu mesmo silencio
Deixa o coração falar o que eu calei um dia
Deixa a casa sem barulho achando que ainda é cedo
Deixa o nosso amor morrer sem graça e sem poesia
Deixa tudo como está e se puder, sem medo
Deixa tudo que lembrar eu finjo que esqueço
Deixa e quando não voltar eu finjo que não importa
Deixa eu ver se me recordo uma frase de efeito
Pra dizer te vendo ir fechando atrás da porta
Deixa o que não for urgente que eu ainda preciso
Deixa o meu olhar doente pousado na mesa
Deixa ali teu endereço qualquer coisa aviso
Deixa o que fingiu levar mas deixou de surpresa
Deixa eu chorar como nunca fui capaz contigo
Deixa eu enfrentar a insônia como gente grande
Deixa ao menos uma vez eu fingir que consigo
Se o adeus demora a dor no coração se expande
Deixa o disco na vitrola pr’eu pensar que é festa
Deixa a gaveta trancada pr’eu não ver tua ausência
Deixa a minha insanidade é tudo que me resta
Deixa eu por à prova toda minha resistência
Deixa eu confessar meu medo do claro e do escuro
Deixa eu contar que era farsa minha voz tranqüila
Deixa pendurada a calça de brim desbotado
Que como esse nosso amor ao menor vento oscila
Deixa eu sonhar que você não tem nenhuma pressa
Deixa um último recado na casa vizinha
Deixa de sofisma e vamos ao que interessa
Deixa a dor que eu lhe causei agora é toda minha
Deixa tudo que eu não disse mas você sabia
Deixa o que você calou e eu tanto precisava
Deixa o que era inexistente e eu pensei que havia
Deixa tudo o que eu pedia mas pensei que dava
Oswaldo Montenegro
quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Por favor divulguem.
Existe muita pobreza envergonhada e iniciativas destas podem ajudar quem verdadeiramente precisa de roupa a baixo preço
"Venda do coração"
Um grupo de amigos organiza, todas as quintas feiras no Rato (no anexo segue a morada) uma venda de roupa a muito baixo preço.
Elas necessitam de divulgar estas acções junto das populações mais carenciadas, e estão a pedir a ajuda de todos.
A venda é de roupa (Adulto e criança) em bom estado a preços desde 0,50€.
A ideia é boa, mas parece que não está a chegar a quem realmente necessita por falta de informação. Ajudem a divulgar.
Se puderem ajudar, elas certamente agradecem.
Os que mais necessitam não têm que agradecer (é nossa obrigação, dever, valor absoluto tornar este mundo mais SOLIDÁRIO).
Passem a palavra !
No Largo do Rato em Lisboa às quintas feiras das 11h30 às 14h30.
Mª Adelina Amorim
(Presidente da ACLUS- Associação de Cultura Lusófona)
domingo, 25 de setembro de 2011
Criaçao do Mundo
Comerás capim , não terás inteligência alguma e viverás 60 ANOS.
SERÁS BURRO
O BURRO RESPONDEU: Serei burro, mas viver 60 ANOS é muito, Senhor.
Dá-me apenas 30 ANOS
Deus lhe deu 30 ANOS.
DEUS CRIOU O CACHORRO E DISSE: Vigiarás a casa dos homens e serás seu melhor amigo.
Comerás os ossos que ele te jogar e viverás 20 ANOS.
SERÁS CACHORRO
O CACHORRO RESPONDEU: Senhor, comerei ossos, mas viver 20 ANOS é muito.
Dá-me 10 ANOS.
Deus lhe deu 10 ANOS.
DEUS CRIOU O MACACO E DISSE: Pularás de galho em galho, fazendo macaquices, serás divertido e viverás 20 ANOS.
SERÁS MACACO
O MACACO RESPONDEU: Senhor, farei macaquices engraçadas, mas viver 20 ANOS é muito... Dá-me apenas 10 ANOS.
Deus lhe deu 10 ANOS.
DEUS CRIOU O HOMEM E DISSE: Serás o único ser racional sobre a face da Terra, usarás tua inteligência para te sobrepores aos demais animais e à Natureza.
Dominarás o Mundo e viverás 30 ANOS.
O HOMEM RESPONDEU: Senhor, serei o mais inteligente dos animais,
mas viver 30 ANOS é muito pouco.
Dá-me os 30 ANOS que o BURRO rejeitou,
os 10 ANOS que o CACHORRO não quis,
e também os 10 ANOS que o MACACO dispensou.
E ASSIM DEUS FEZ O HOMEM .....
Está bem... Viverás 30 ANOS como HOMEM.
Casarás e passarás a viver 30 ANOS como BURRO,
trabalhando para pagar as contas e carregando fardos..
Serás aposentado, vivendo 10 ANOS como CACHORRO,
vigiando a casa.
E depois ficarás velho e viverás mais 10 ANOS como MACACO,
pulando de casa em casa, de um filho para outro,
e fazendo macaquices para divertir os NETOS...
Gentileza da amiga Julieta R.
JJ edição fotos
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Para todos aqueles que são lindos de paz,
Lindos de coração
Lindos de espírito
Lindos de sabedoria
Lindos de inteligência
Lindos de alegria
Lindos que contagiam
Lindos de simpatia
Lindos por viver bem todos os dias de sua vida!
E lindos por reconhecerem que erraram e que serão lindos por perdoarem
E LINDOS PORQUE A VIDA É LINDA.
QUE VC TENHA UMA LINDA SEMANA.
domingo, 11 de setembro de 2011
Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de
se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que tomar consciência de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar
não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
Mário Quintana
terça-feira, 23 de agosto de 2011
A tigela de madeira Um frágil e velho homem foi viver com seu filho, nora, e um neto de quatro anos de idade. As mãos do velho homem tremiam, a vista era embaralhada, e o seu passo era hesitante. A família comia reunida à noite na mesa de jantar. Mas as mãos tremulas do avô ancião e a sua fraca visão, tornou o comer bastante difícil. Ervilhas rolaram da colher sobre o chão.
Quando ele pegou no copo, o leite derramou-se na toalha da mesa. O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. "Nós temos que fazer algo sobre o Vovô," disse o filho. Eu já tive o suficiente leite derramado, o comer ruidosamente, e comida no chão. Assim o marido e esposa prepararam uma mesa pequena no canto. Lá, Vovô comia sozinho enquanto o resto da família desfrutava do jantar na mesa de jantar.
Desde que o Avô tinha quebrado um ou dois pratos, a comida dele foi servida em uma tigela de madeira. Às vezes, quando a família olhava de relance na direção do Vovô, ele tinha lágrimas em seus olhos enquanto comia sozinho. Ainda assim, as únicas palavras que o casal tinha para ele eram advertências acentuadas quando ele derrubava um garfo ou derramava comida.
O filho de quatro anos de idade assistia a tudo em silêncio.
Uma noite antes da ceia, o pai notou que seu filho estava brincando com pedaços de madeira no chão. Ele perguntou docemente para a criança: "O que você está fazendo?" Da mesma maneira dócil, o menino respondeu: "Oh, eu estou fabricando uma pequena tigela para Você e Mamãe comerem sua comida quando eu crescer." E sorrindo voltou ao trabalho.
As palavras do menino golpearam os pais de tal modo que ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Entretanto nenhuma palavra foi falada, ambos souberam o que devia ser feito. Aquela noite o marido pegou na mão do Vovô e com suavidade conduziu-o para a mesa familiar.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Nada me faltarápor MARIA JOSÉ NOGUEIRA PINTO
Acho que descobri a política - como amor da cidade e do seu bem - em casa.
Nasci numa família com convicções políticas, com sentido do amor e do serviço de Deus e da Pátria.
O meu Avô, Eduardo Pinto da Cunha, adolescente, foi combatente monárquico e depois emigrado, com a família, por causa disso.
O meu Pai, Luís, era um patriota que adorava a África portuguesa e aí passava as férias a visitar os filiados do LAG.
A minha Mãe, Maria José, lia-nos a mim e às minhas irmãs a Mensagem de Pessoa, quando eu tinha sete anos.
A minha Tia e madrinha, a Tia Mimi, quando a guerra de África começou, ofereceu-se para acompanhar pelos sítios mais recônditos de Angola, em teco-tecos, os jornalistas estrangeiros.
Aprendi, desde cedo, o dever de não ignorar o que via, ouvia e lia.
Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa.
Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos.
Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.
Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito.
Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público.
Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.
Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo.
Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.
Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.
Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.
Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos.
Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.
Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.
A política activa, partidária, também foi importante para mim.
Vivi--a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão.
Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios.
Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.
Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati-me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.
Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.
Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro.
Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo.
E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.
Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará.
Posso, e não concordo com a sua ideologia, mas a inteligencia permite-me admirar e respeitar a pessoa que me habituei a ver e ouvir com apreço. Que, esteja onde estiver, encontre o que de melhor desta vida perdeu. Os meus respeitos.
JJdomingo, 3 de julho de 2011
Sempre que estou decepcionado com meu lugar na vida, eu paro e penso no pequeno Jamie Scott.Jamie queria muito ter um papel na peça da escola.
A mãe disse que tinha procurado preparar o seu coração, pois ela temia que ele não fosse escolhido.
No dia em que os papéis foram distribuídos,
eu fui com ela buscá-lo à escola. Jamie correu para a mãe, com os olhos brilhantes de orgulho e emoção:- Adivinha, mãe!
E disse aquelas palavras que continuariam a ser uma lição para mim:
- Eu fui escolhido para bater palmas e espalhar a alegria!
Gentileza do amigo Hipolito
JJ edição fotos











Graynné